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quarta-feira, 15 de maio de 2013

In perfect shape

Tenho-me portado bem sim senhora. Há muito que não o dizia aqui mas tenho-me portado até muito bem.

Body Vive à terça feira, Body Balance à quinta feira no Vivafit do Restelo
Zumba e Bokwa ao sábado no Vivafit da Charneca

Tão bom!!!! E sabe tão bem. Já agora, adivinhem onde está o Wally?


sexta-feira, 12 de abril de 2013

Falando de prazos



Hoje ao vir aqui ao blog ver se me vinha a inspiração para escrever qualquer coisinha, deparei-me com o blog da cocó em que escreve que está aflita com o prazo que lhe deram para mais um livro. Pois é: Vai daí eu lembrei-me que ainda não vos tinha dito. O meu editor quer que escreva o segundo volume do Sim!!! São Gémeos!!!

Quando ele me falou disso há 1 mês atrás eu pensei. É a loucura só pode. Tanto que batalhei para o primeiro livro ser publicado e agora para este tenho um prazo para o publicar. Não consigo e pior. Nem sabia por onde começar. 

O primeiro volume foi facil pois além de ter tido muito tempo para pensar nele, corrigi-lo, acrescentando coisas à medida que eu propria ia passando pelos temas, não tinha pressão nenhuma para o publicar. Aliás, não tinha editora nem sequer sabia se alguém se havia de interessar por um tema tão especifico como Gémeos. Eu sabia para mim, que o mercado era bom. Que havia muito mais gémeos do que poderiamos imaginar. Mas daí a ser interessante para as editoras ia um grande passo. E não foi facil.

Agora este. Para este coloquei a fasquia bem alta, pois este obviamente só pode ser ainda melhor que o primeiro. E começar? Ai, começar é que foi o tanas. Estive um mês inteirinho a pensar nisso. Mas vou escrever sobre o quê agora? Os meus miudos ainda só têm 6 anos! Há tanta coisa que eu não sei mas francamente também não sabia bem o que havia para saber. E foi assim que tcharam, num trajeto trabalho-casa, na fila da Ponte 25 de Abril, depois de ter tido uma troca de palavras mais emotiva com o meu mais que tudo, que visualizei o segundo livro à minha frente. 

Antes que a ideia se me passasse tratei logo de pôr em pratica uma série de coisas que me tinha passado pela cabeça entre elas, os testemunhos. Se foi isso que deu sucesso ao primeiro livro, os testemunhos teriam obrigatoriamente de continuar a ser parte integrante neste. E de repente, tive uma adesão brutal, uma coisa inexplicável de voluntárias mães de gémeos prontas a dar o seu contributo para o segundo Sim!!! São Gémeos!!!. Para já é assim que o vou chamar... Depois, logo se verá se o livro não terá uma entidade propria também. Agora é recolher os contributos e colocar mãos à obra. O prazo ainda está de certo modo longe (felizmente), mas nós sabemos que quando menos esperamos, o tempo passa a galope. 

A juntar a isto tenho uma série de outros projetos que tenho em marcha e que me comprometi a dar mais atenção, como a Associação Gémeos e Mais e o Portal Gémeos e Mais. E a minha profissão que hoje em dia só me traz prazos e mais prazos para cumprir. E nunca mas nunca posso esquecer as pessoas que são realmente importantes para mim como os filhos, o marido e eu propria. E os amigos que também existem e querem ter um bocadinho da nossa atenção. E depois há outras coisas que lá ficaram em banho Maria à espera da sua oportunidade. Que há-de chegar sem qualquer duvida. A seu tempo....

E quando dermos por nós, pimbas... acabou o prazo.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Estás mais magra...


Oi? Quem? Olho para mim com um grande ponto de interrogação. Eu mesma? Devem estar a brincar. Não, infelizmente essa não é uma verdade. A balança pelo menos diz que não. A minha colega confirma. Rita, estás mesmo mais magra. Oi? Bem, se calhar tenho de ir mudar a pilha à balança que me está a acusar 3 Kgs a mais e não a menos. Só pode estar avariada. Não há duvida que me tenho portado MUITO bem a ginasticar, quase 3 vezes por semana e fica bem dizer que o nosso esforço está a ser recompensado mas... lamento. Não é verdade!

E porque é que não é verdade se até tens ginasticado tanto? Não me fizeram esta pergunta mas eu faço e respondo na mesma. Porque tenho andado a comer como se não houvesse amanhã, porque tenho muita fome, porque como porcarias ótimas como batatinha frita gourmet, macdonalds com tudo a que tenho direito (gelado incluido), bolachas e outras maravilhas docinhas e calóricas. Sei o que faço e quais as consequências. Tenho consciencia que sou uma baleia prestes a tornar-se num cachalote. Por isso meus amigos, tenho os musculozinhos do corpo todos a doer, ando com muito mais resistencia mas NÃO! NÃO ESTOU MAIS MAGRA!!!!

sexta-feira, 22 de março de 2013

Que neura

(Post apagado porque há coisas que não se dizem num dominio publico)

Mas porque raio não arriscas tu Rita Maria?
Porque não.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Sou madrinha :)



Estou muito feliz... já sou madrinha, uma especie de tia emprestada. A minha querida amiga Ritinha já teve o Francisquinho o que faz de mim, a sua mana emprestada, a tia / madrinha mais feliz do mundo. E que lindo que é o Francisquinho... :) Ainda não o consegui ir ver pois o menino fez a partida e veio ao mundo 1 semaninha antes do previsto e muito de repente. Eu sabia que ia ser este fim de semana. Havia qualquer coisa que me dizia que ia ser no fim de semana. Confesso que olhei para o telemovel muitas vezes e cada vez que o telemovel tocava pensava... é agora... é a Ritinha e só pensava em correr para ir ter com ela. Mas a Ritinha também me fez a partida e só me avisou depois dele nascer... malandra... mas eu percebo. Quando foi comigo fiz pior. Avisei toda a gente que durante 1 mês pelo menos não queria visitas lá em casa e proibi visitas na maternidade. Só mesmo pais e tios podiam ir lá visitar. Fui chata, má... talvez, mas não me arrependo pois ainda por cima com as complicações que tive pós parto, a ultima coisa que me apetecia era ver gente à volta a mexer nos meus ricos bebés... Por isso, eu compreendo. Se fico triste de não ver o Francisquinho mais cedo... fico pois... mas o bebé é dela e do papá babado e eles têm todo o direito de se agarrar a ele sozinhos, sem pessoas a fazer cutchi cutchi e a mandar bitaites. E se há pessoas que não cumprem o pedido dela, nem perguntam se podem e aparecem na maternidade e em casa sem avisar, eu que sou amiga dela, só tenho de aceitar e cumprir o que me pede. Por mais que me custe porque a ansiedade de ver o meu afilhado também é mais que muita. Mas eu espero. Domingo, apareço lá em casa com a maralha... porque me disseste que sim. Eu aguento... :) Parabéns maninha, adoro-te muito e espero conseguir ser a madrinha perfeita para o Francisquinho.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Acreditar que conseguimos...





Eu gostava de conseguir concretizar os meus sonhos. Gostava mesmo. Sei que conseguia. Sei que ia ter sucesso. Sei que com toda a certeza ia ser mais feliz e melhorar a minha qualidade de vida. O meu médico homeopata na 1ª consulta em que me quis conhecer disse-me coisas que ficaram até hoje a pairar na minha cabeça. Tinha a ver com toda a minha forma de viver e de sentir as coisas e maneira como essa forma de viver e sentir influenciava o meu estado de saúde. Podem os mais cépticos pensar que são balelas, tangas, etc mas nós que estamos do outro lado e engolimos cada palavra que nos dizem conseguimos perfeitamente chegar onde ele quer que cheguemos. 

Quando o meu marido quis arriscar e desistir do emprego fixo que tinha para se dedicar a uma empresa dele e ser o seu próprio patrão, eu fui a primeira da fila a apoiar, a acreditar que ele conseguia e em momento algum duvidei que ele tivesse sucesso. Durante 3 meses, vimos o nosso ordenado mensal a diminuir drasticamente devido ao facto dele ter saído de onde estava e estar em fase ainda de arranque da empresa. Eu, com o meu ordenado por trás e o meu apoio moral, esperei pacientemente que a empresa começasse a dar frutos, até que... começou a dar. 

Ele diz que o facto de eu o ter apoiado ou não, nunca teria influenciado a decisão dele, porque a decisão dele baseava-se no seu próprio pressuposto de que ia ter sucesso. Será mesmo? Será que se na altura eu lhe tivesse dito que era doido, como muita gente achou que ele era, se eu lhe dissesse que não achava bem que ele fizesse isso, se eu lhe dissesse que achava que não ia correr bem, se eu lhe dissesse, porque raio queres tu sair de onde estás certo, para ires para o incerto, será mesmo que ele arriscava? Aí está algo que eu nunca vou saber. Eu ficaria deveras chateada se ele fizesse isso à minha revelia, mesmo depois tendo sucesso. Francamente não sei se teria digerido tão bem aqueles 3 meses com menos um ordenado.

Disseram-me. Não estará na altura, agora que a empresa do seu marido tem sucesso, de ser ele a apoiar o salto da Rita? Mesmo que isso implique tempos mais difíceis no arranque do projeto, seja ele qual for?

Devia ser assim... na verdade num mundo cor de rosa em que os maridos leem o nosso pensamento e fazem exatamente o que gostaríamos que fizessem, é isso que acontece. Mas... nós não vivemos num mundo cor de rosa. Mundo cor de rosa é coisa que não existe e as mulheres de uma maneira geral sempre foram mais dadas a acreditar nas capacidades dos maridos do que o contrário não é?

Estarei eu condenada a não conseguir realizar os meus sonhos? Dou por mim por vezes a desejar que a vida me pregue uma partida na minha profissão e que me obrigue a seguir os meus sonhos sem que ninguém me condene. É triste ter estes pensamentos. Não devia ser assim. Todos nós devíamos ter a oportunidade de arriscar e fazer o que gostamos. Há dias em que a desilusão e a incompreensão reinam. Hoje é um desses dias.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Ontem ZUMBEI :)

Finalmente ontem consegui fazer uma aula de Zumba... finalmente depois de algumas tentativas em que por alguma razão quando chegava a hora não conseguia ir. E diga-se que ADOREI! Que aula fantástica, que ritmo, que movimento, que loucura. Se ao principio confesso que estava um pouco envergonhada, no fim da aula de 45 minutos estava cheia de pena de acabar pois estava mesmo a entrar no espirito da coisa. Definitivamente vou passar a ir mais vezes, nem que seja ao sábado, pois vale mesmo a pena. Viva o ZUMBA!!!!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Ode ao tempo...

"O tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem, o Tempo respondeu ao tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo, tempo tem."

Antigamente gabava-me de ter tempo para tudo. Lembro-me de ir ao programa Você na TV e dizer à boca cheia que tinha tempo para tudo e ainda me dava ao luxo de dormir 8 horas seguidas. 8 horas seguidas perguntava o Goucha? E eu, sim, 7/8 horas seguidas. E era verdade desde que os miúdos estivessem bem, sem doenças. E ainda conseguia ver filmes e séries na TV e o meu marido não se queixava tanto da minha indisponibilidade. Pois é, tinha tempo. Apesar de estar no meu emprego conseguia perfeitamente desempenhar bem e eficientemente as minhas funções e ainda estar tranquilamente a fazer o mais gostava como escrever num blog, por exemplo. E não pensem que não tinha trabalho suficiente. Tinha, mas também tinha-o organizado e uma pessoa organizada consegue fazer tudo. Permitiam-me essa organização e gabava-me de não ter nada em atraso e inclusivamente fazer coisas que nem eram da minha competência. E isso era bom. Apesar de ser um trabalho que já me estava a saturar, o facto de conseguir ter tempo para mim e para a minha cabeça, ajudava-me a desempenhar ainda melhor as minhas funções e até, estar mais feliz. Ok. Não totalmente feliz, mas mais feliz. Desde o ano passado, que com a desculpa da crise mudaram-me as funções. Passei a fazer um trabalho que apenas fiz quando acabei a faculdade e enquanto trabalhava e estudava mas que logo assim que pude, dei um pontapé nesse trabalho pois era algo que detestava. Quase 20 anos depois voltei ao trabalhinho de cáca que fazia naquela altura. Chato que só visto, pelo menos para mim porque há sempre que adore este trabalho (e ainda bem). Tudo bem, tenho emprego e tenho de me calar e trabalhar, dizem vocês. Pois é, mas o trabalho que tinha antes da mudança de funções também continuou, não acabou. Simplesmente acharam que podia fazer este trabalho também. Só que as coisas não funcionam assim, porque nós não somos meras máquinas temporizadoras. Somos pessoas e somos humanos! Somos humanos sim! E estudámos e trabalhámos como o caraças para conseguirmos um nível profissional que nos orgulhamos. E continuamos a trabalhar se nos deixarem para desempenharmos essas funções ao mais alto nível. Se conseguimos ter essas funções bem desempenhadas e conseguimos ter tempo para nós, porque razão resolvem dar cabo desse tempo que temos para nós? Fomos nós que o ganhamos com o nosso esforço ao longo da nossa carreira! Tudo em nome da crise. Em nome da crise vêm-se licenciados, mestres e doutores a desempenharem funções que antigamente eram os não licenciados ou técnicos administrativos a fazerem, por valores que são uma afronta a todos os anos que dedicámos ao estudo e a nossa profissão. Os antigos administrativos vêm-se no desemprego, ao mesmo nível de candidatos licenciados para o mesmo trabalho. Inclusivamente há quem para obter um trabalho, omita no seu currículo a sua licenciatura ou os anos de experiencia que tem. É ridículo. É só esta palavra que me vem a cabeça no meio disto tudo. Onde está o gosto pelo trabalho, o amor à camisola, o trabalho com gosto? Onde fica no meio de tudo isto? Cada vez mais se vê pessoas a trabalharem em coisas que detestam apenas e só para terem o ordenado ao fim do mês e eu pergunto? É assim que as empresas e a economia querem crescer? À custa de trabalhos precários de gente que detesta fazer o que faz? Ou gosta mas faz o trabalho de graça... ou quase! Pergunto eu, as empresas e a economia não beneficiavam se as pessoas estivessem e andassem contentes no seu emprego, a fazerem o que gostam de fazer, aquilo para qual estudaram, batalharam ao longo de anos? As empresas não pensam que um colaborador infeliz só traz custos e mais custos para a empresa e consequentemente para a economia? Imaginam estas empresas do impacto que a infelicidade de uma pessoa provoca no seu desempenho profissional? Com certeza que não pensam nem imaginam. Eu sei e sinto que era uma pessoa melhor há 1 ano atrás. Era melhor pessoa em termos de saúde e em termos psicológicos. Não era inteiramente feliz, mas acho que a felicidade é um estado de espirito momentâneo com altos e baixos e ninguém é completamente feliz durante 24 horas por dia, 365 dias por ano. Mas ajuda muito darem-nos tempo para estar connosco, com a nossa família, com os nossos amigos. O trabalho não é tudo. E para quem tem um trabalho no verdadeiro sentido da palavra e faz um sacrifício para se levantar todos os dias de manhã com um sorriso nos lábios, o facto de conseguirmos ter tempo para nós vale ouro. Tenho uma admiração incrível pelas pessoas que foram à luta pelos seus sonhos e gozam da liberdade de ter um trabalho que não consideram trabalho. Consideram a propria vida. Porque é isto, senhores. Quem encara um trabalho como a própria vida, vive feliz acredito, quase os 365 dias por ano, 24 horas por dia. E cada vez conheço mais pessoas assim. Um viva a essas pessoas que conseguem viver a vida. Eu quero um dia ser assim. Mas hoje ainda não é o dia.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Uma noite memorável

Foi no sábado à noite que se realizou o maior evento de sempre, digno de entrar para os records do guiness. Um jantar com 72 mães de gémeos vindas de quase todo o país desde o Algarve até Leiria, passando pelo Alentejo. O jantar realizou-se em Lisboa no Restaurante Parreirinha da Centieira que nos recebeu maravilhosamente bem. Verdade seja dita, que o restaurante estava por nossa conta pois não cabia ali mais ninguém. O tempo foi curto para tanta conversa, gargalhadas, discursos, miminhos, trocas de experiencias, de artigos, compras e vendas. Houve de tudo um pouco. Só não houve lugar nem a tristezas nem arrelias. As mamãs estavam todas lindas e maravilhosas, sexys tal como o dress code o exigia. Uma noite só para nós onde nos iamos mimar e gozar do nosso estatuto maravilhoso que é sermos mães mas também mulheres. 

A Dalila, organizadora do evento está de parabéns pois foi incansável bem como as pessoas que a apoiaram na organização e nos miminhos.

Da minha parte, apesar de estar cheia de tosse e não estar com a disposição que me é caracteristica, diverti-me imenso, conversei imenso e adorei conhecer mais mamãs. Mesmo assim, não consegui conversar nem com metade. O tempo voa quando estamos com pessoas assim. Vendi todos os livros que levei e se mais tivesse, mais vendia. Foi também uma oportunidade de dar mais 2 dedos de conversa com as mamãs que me compraram os livros e que me fizeram perder a sobremesa sem pena nenhuma. 

Quando a Dalila veio ter comigo e me disse. Se calhar é melhor irmos andando para o casino pois já é meia noite e meia nem quis acreditar. Beijinho aqui, até breve acolá, até já, era 1 da manhã quando entrámos no arena lounge do casino. Tinhamos as nossas mesas reservadas e lá demos mais uns dedos de conversa. As 2h30 da manhã, estava na hora de voltarmos para a nossa realidade pois o dia seguinte continua a começar cedo e o nosso papel de mães esteve sempre presente.

Espero que haja mais eventos destes, com cada vez mais adesão, pois um dia entramos mesmo para o Guiness. Haja saude e vou continuar a fazer parte dos presentes. Adorei e vim de papinho cheio de tudo. Tão bom!!!!!!

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Estamos quase no leréu

Este fim de semana avisinha-se muito bom. Jantarada com 80 mães de gémeos no sábado, uma coisa inédita e que vai ser absolutamemte inesquecivel. E no domingo um chá de bebé da minha melhor amiga Ritinha e do seu bebé ainda na barriga o Francisco do qual eu vou ser orgulhosamente a madrinha.

Resta-me rezar a todos os santinhos que esta noite durma bem e que a minha tosse comece finalmente a dar tréguas. Já estou um bocado (favor que lhe faço) farta de a ter por cá.

Tenho de me aguentar dê por onde der porque ficar de cama NESTE fim de semana é uma coisa que está absolutamente fora de questão.

Estamos nessa? :)

sábado, 19 de janeiro de 2013

Noite de temporal

Viver no campo tem destas coisas. Se por um lado é só ar puro e passamos os dias a olhar para a natureza e a sentir a natureza na nossa pele, nos nossos poros. Se por um lado viver no campo nos dá um tom de pele saudável, andamos sempre na rua e vivemos o dia a dia fora do bulício da cidade e dos tubos de escape. Por outro, quando acontecem estas noites, noites de temporal em que parece que o mundo acaba, onde telhas se levantam, árvores centenárias tombam com o vendaval como se fossem caniçais, nestas noites viver no campo pode parecer que estamos num filme de terror, daqueles em que existe uma mata escura, cheia de monstros que uivam e emitem sons aterradores. Foi o que se passou esta noite. Já não bastava os miúdos continuarem a acordar com tosse, graças a Deus com muito menos frequência, ainda me fartei de acordar com o som do bater da chuva e do vento e só pensava na palmeira que temos mesmo ao pé do nosso quarto, que ainda por cima está doente com a doença dos escaravelhos vermelhos e por isso está fraquinha e se ela nos havia de cair em cima da casa. E o meu carro que tinha deixado na rua, pensei nos contentores de lixo no cimo da rua e se eles escorregariam rua abaixo para dar conta do meu carro. E pensava no Toby sozinho na sua casinha, do medo que ele teria de sentir o vento bater na porta e ver a chuva a cair na janela. Todos estes pensamentos pairavam na minha cabeça cada vez que acordava com o temporal e fazia-me encolher e agarrar o JP com força, como se o fato de estar agarrada a ele me desse a segurança que necessitava e fizesse o temporal parecer apenas uma chuva molha tolos.
Infelizmente, quando acordamos e reparei na devastação que estava a nossa volta, só pensava que bom que era termos uma casa de tijolo que nos abrigou incrivelmente bem do ciclone que passou por lá. A palmeira resistiu, não sem mais uma quantas hastes que jaziam no chão. A piscina estava coberta de caruma, sacos plásticos vindos não sei de onde e ramos de pinheiros das redondezas. O chão do terraço cheio de areia, caruma e mais ramos de pinheiro. Felizmente os carros estavam intatos e no fundo, nada que umas horas a varrer não voltem a pôr a nossa casa como era antes. Mas que foi uma noite verdadeiramente assustadora foi. Meteu medo. Ainda bem que passou. Viver no campo continua a ser MUITO bom!!!!
 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Vida dificil

Vida difícil esta de uma mãe de gémeos. Aliás, de qualquer mãe que tenha 2 ou mais pirralhos doentes. Porque quando é só um também é chato para caraças mas sempre vai dando para intercalar dormidas com o pai e com a mãe e assim, pelo menos dia sim dia não um dos pais consegue dormir alguma coisa de jeito. Com dois ou mais não é bem assim. Mesmo com um pai fantástico que acorde todas as noites tal como a mãe, que ceda o seu lugar na cama a um dos pirralhas enquanto a mãe fica com outro, que trate de um enquanto a mãe trata de outro a meio da noite, as noites essas podem ser intermináveis acabando na maioria das vezes com pai e mãe feitos zombies pela casa durante a noite e depois durante o dia. Trabalhar então, no dia seguinte com algum rendimento é uma missão impossível. Por mais que gostemos do que fazemos os nossos olhos precisam de palitos para se concentrarem a frente do computador. Esta noite foi pior ainda. O pai deve ter tomado uns drunfos para dormir pois a casa podia ter ido abaixo que ele não acordava. As 2 da manhã o D dá-lhe um ataque de tosse daqueles valentes (desde domingo que anda assim, a tossir de 30 em 30 segundos). Levanto-me meio estremunhada, pois tinha acabado de fechar os olhos e vou ver o que se passa. dou água, ponho soro, assoa-se e a tosse continua, a um ritmo impressionante. Faço-lhe umas massagens no peito com mustela (ontem tinha dado resultado) e sento-me na cama dele embalando-o para ver se conseguia adormecer e assim acabar com a maldita tosse. Nisto, o T acorda também. Quer-se assoar. toca de pôr soro e assoar. Quer água. Toca de beber água. Volta-se a deitar e volto-me a sentar na cabeceira do D a apelar a que a tosse alivie. 3 da manhã. Desisto. Dou-lhe um beijinho e digo-lhe que me vou deitar um bocadinho. D diz que sim, que posso ir. Deito-me e a tosse no quarto ao lado continua, frenética e mais ativa que nunca. Começa a dar-me o nervoso miudinho, viro-me na cama, para um lado e para o outro. Levanto-me. 5 da manhã. Devo ter dormido alguma coisa penso eu. Mas a tosse lá dentro continua, tal como a tinha deixado. Vou procurar o mel, supostamente na dispensa. Não encontro. Começa a dar-me umas cenas na espinha e umas vontades arrebatadores de espetar tudo no meio do chão. Controlo-me. Volto para o quarto deles. Dou água ao D. Ponho soro. Assoa-se. Dou-lhe o xarope da tosse. Sento-me. Pede-me colo. Vai para o meu colo e enrola-se em mim como quando era bebé. Não fosse serem quase 6 da manhã e estar a tossir como um louco seria um momento de pura ternura. Embalo-o. Nem sei quanto tempo. Pede-me para se voltar a deitar e... finalmente, como que por pura magia, a tosse para. Volto para a cama. O pai tinha ocupado o meu lugar. Empurro-o com as poucas forças que me restam. Surpreendentemente continuou a dormir como se tivesse sido a noite mais tranquila de todas. Aprecio o silencio. Adormeço. “Mamã!!!!!!!” Olho para o relógio. São 7:30 da manhã. Era o T. Acordou. Quer assoar-se. Assoa-se e quando vai para se voltar a deitar digo-lhe:
 Vá levanta-te agora e vai para cama do pai que eu quero dormir.
 Mas eu quero dormir aqui na minha cama.
 Não. Vais dormir com o papá agora que daqui a pouco queres acordar e eu QUERO DORMIR.
Aceita. Levo-o para a nossa cama e nessa altura... O pai acorda.
Que é que se passa aqui?
O que se passa é que eu QUERO DORMIR.
Vou para o quarto dos miúdos, deito-me na cama do T e rezo. Rezo para poder dormir 2 horinhas pelo menos. Consegui. As 9:30 acordou o D e acabou-se o descanso. Ufa..... detesto doenças, detesto tosses!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Homeopatia ou... quimicos toda a vida

Eu sou uma pessoa fraca. Sou fraquinha. Dizer que sou uma flor de estufa é muito. O que eu sou é mesmo uma flor num copo de água com duração limitada e que se não lhe mudam a água todos os dias e colocam um pouco de açúcar na flor, em menos de nada as minhas pétalas começam a cair, uma por uma. Assim tem sido a minha vida e mesmo correndo o risco de estar a falar de um cenário negro é assim como me sinto, como uma flor abandonada num copo de água que sobrevive à conta de colheradas de açúcar que lhe vão dando. Às vezes, temo por mim. Temo pela minha fraca resistência a tudo quanto de bicho e bactéria existe cá fora. É duro viver assim. E não há muita gente que me compreenda pois apesar de viver assim, vivo com um sorriso nos lábios e finjo que tenho mais força do que na realidade o meu corpo me permite ter. Raramente me queixo e quando o faço, desvalorizo a minha situação. Porque na verdade e no fundo, mesmo apesar deste meu sentimento, sei que há muita gente um milhão de vezes piores que eu. Costumo dizer que de toda a merda que apanho, apesar de serem coisas chatas, não são coisas que não se curem com mais ou menos químicos. O mesmo não pode dizer muito boa gente. Mas bolas que esta merda chateia. Chateia. E o que me chateia ainda mais é que quase sempre que estou doente, os meus miúdos adoecem também. Chamem-lhe genes. Eu chamo azar do caraças. Podiam ter saído ao pai que é forte como um touro. Mas não. Saíram á florzinha de vazo da mãe. Caraças. Apetece-me dizer uma asneira maior. 

Em Dezembro deu esta reportagem na Sic. Foi uma reportagem extraordinária e que me deixou de boca aberta. Já tinha ouvido falar dos benefícios da medicina alternativa mas não estava completamente convencida de que era verdade. Foi quando vi na reportagem, uma pessoa que quase que ia jurar que conhecia. Como não o vejo todos os dias, a coisa foi passando, apesar da reportagem me ter ficado a matutar na ideia. Hoje vi-o. E estava precisamente a falar da dita reportagem que há uns dias voltou a passar. Confrontei-o e ele confirmou que era ele e a filha, que anda no homeopata desde os 2 anos e tem agora 5 anos. Eu, que ando novamente a passar uma fase do caraças, quando ainda nem fez 1 mês completo que deixei de tomar antibiótico, sendo que o ultimo andei a tomá-lo 3 semanas, fiquei de boca aberta. Será? Será que eu ando aqui a entupir-me em químicos atrás de químicos há anos, a arrastar os meus filhos para esta vida, quando a resposta está num homeopata?

Não sei. Mas vou descobrir. E depois logo vos digo se é Homeopatia ou quimicos para toda a vida.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Exercicio pela manhã nem sabe o bem que lhe fazia :)

Ontem baldei-me ao ginásio mas com esta fisgada. Como tenho um Vivafit também ao pé de minha casa e pagamos apenas 1€ por frequentar os outros Vivafits resolvi experimentar finalmente uma aula de Zumba de manhã. Cheguei lá e azar dos azares, hoje precisamente não havia Zumba mas sim localizada. Já que estava numa de experimentar, resolvi fazer a aula. E simplesmente ADOREI o Vivafit ao pé de mim. Os balneários quentinhos, salas com espaço. Adorei tudo e tomei uma decisão. O Vivafit do meu trabalho que me desculpe mas vou pedir transferencia para outro Vivafit melhor. Porque afinal parece que não temos de rapar um frio dos diabos a vestir e a despir. Querem manter as clientes, façam umas obras e ponham um aquecimento ou ar condicionado. Soube-me tão bem esta aula!!!! Quer me parecer que amanhã não me mexo, mas que foi do melhor... sem duvida nenhuma. A repetir ao sábado num Vivafit ao pé de mim.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

De volta ao ginásio


 A repetir várias vezes ao dia:

-Este ano vou ser mais assidua no ginásio....
-Este ano vou ser mais assidua no ginásio...
-Este ano vou ser mais assidua no ginásio...

E pronto, hoje cumpri. Fui ao ginásio! Mas porra, que podiam ter o balneário um pouco mais quentinho, não? E já agora a água também podia correr mais quentinha, não? É que a malta já faz um sacrificio do camano para ir ao ginásio à hora de almoço e ainda ter de se despir e vestir num balneário quase como se estivesse na rua, é dose! Ninguém merece....


domingo, 30 de dezembro de 2012

Adeus 2012!!!

Este ano para mim, vai ficar na minha memória para sempre, como o ano em que concretizei um dos meus maiores sonhos de criança, que foi finalmente ver publicado um livro meu. O "Sim!!! São Gémeos!!!". Depois de uma luta de alguns anos com o livro na gaveta a aguardar que alguém se interessasse pelo tema e depois de alguns dissabores ultrapassados, finalmente encontrei o José Marques da editora Fonte da Palavra. O José Marques acreditou em mim e no potencial do meu livro e deu-me toda a força e energia que precisava para o lançar, mesmo quando parecia que tudo estava contra mim. Podem achar que é facil publicar um livro. E é, se tivermos dinheiro para investir no nosso sonho. Quando não temos, ou temos pouco, temos que acreditar e fazer acreditar os outros que temos mercado para publicar um livro. E depois de o publicar não podemos adormecer e cruzar os braços e esperar que as vendas caiam do céu. Há que continuar a ir a luta sempre!!!! Porque afinal, para a grande maioria das pessoas eu sou uma ilustre desconhecida que resolveu escrever um livro sobre gémeos. As pessoas nem imaginam a quantidade de gente que eu tive por trás a apoiar.
 
Em termos de saude, este ano foi um ano médio para mim. Andei com o sistema imunitário muito em baixo, tive anemia, apareceu-me artrite nas mãos e outros probleminhas ainda por resolver. Valha-me que para os meus filhos, apesar do ano não ter começado muito bem, está a terminar do melhor. Eles estão cada vez mais crescidos, mais lindos, mais tudo. Tenho tanto orgulho neles!
 
Este ano a nossa familia também aumentou com a entrada de um 4 patas para dar (ainda) mais animação aqui por casa.
 
De resto toda a familia tem estado bem, com chatices resultantes da idade que vai pesando, mas de uma maneira geral, bem.
 
Temos emprego. O JP na empresa dele com um negócio a crescer a olhos vistos e a mostrar a todos que há quem consiga dar cabo da crise. Eu no mesmo, a fazer algo que não me agrada muito mas ainda assim, a faze-lo o melhor que posso e consigo e com esperança de que um dia... um dia também eu vou conseguir concretizar o meu maior sonho de todos (vocês sabem qual é).
 
Por isso eu para o ano de 2013 só posso desejar que seja tão bom ou ainda melhor do que este. Espero sinceramente que a p*** da crise nunca nos afete nem a nós nem aqueles que nos são mais chegados. Podia desejar isto para todos e desejo, embora saiba que este é um desejo muito, muito dificil de concretizar por isso é melhor cada um desejar para si e para os seus.
 
Objectivos para 2013? Mesmo assim tenho alguns sim:
 
- Ginasticar seriamente sem faltar e sem preguiças;
- Organizar-me melhor para não me meter em coisas que não consigo concretizar e ter mais tempo para quem me quer do seu lado;
- Ser mais amiga (este ano já consegui retomar algumas amizades e estar mais presente e para o ano espero consegui-lo ainda mais);
- Por ultimo, ser (ainda) mais paciente com os homens da casa. Ter 3 homens em casa a darem-me cabo do juizo é dose! Eu não devia ser a princesa da casa???????????????
 
 
E pronto, isto é o que eu posso tentar fazer. O resto... não depende de mim. Adeus 2012 e um Feliz 2013 a todos os que gostam de me ler! (E aos que não gostam mas lêm na mesma, também desejo o mesmo, que eu sou uma gaija fofinha) :) 

A Bela e o Montro in Campo Pequeno

Ontem fomos ver o espectaculo no gelo, a Bela e o Monstro no Campo Pequeno. Eu sou suspeita porque ADORO ver patinagem artistica. Quando era miuda, adorava ver os campeonatos de patinagem artistica, fosse a pares ou individuais. Acho lindissimo e fico com imensa pena de nunca ter aprendido a patinar no gelo. Quando o JP propôs irmos ver a Bela e o Monstro nem hesitei.
 
Não fazia ideia de como seria, mas calculei que os miudos também gostassem, pois afinal era uma historia relativamente bem conhecida deles.
 
Devo dizer que pessoalmente achei a Bela e o Montro um espectaculo lindo. Cheio de cor e musica, com movimentos mágicos que só se conseguem a patinar. Teve para mim um defeito. O voz off não estava devidamente sincronizado com o bailado e muitas vezes os bailarinos apresentavam uma cena que não se percebia bem o que queria dizer. Só depois, o voz off contava a parte da historia que correspondia ao bailado que tinhamos acabado de ver. Se calhar se tivesse sido ao contrário poderia ter sido melhor. Também resumiu demasiado a historia, devia ter intervido mais vezes. Os meus miudos, do alto dos seus 5 anos e meio, passaram o bailado a perguntar-me o que estavam a fazer, onde é que estava o monstro, quem era a Bela, quem eram os outros personagens, porque não percebiam e confesso que até eu própria houve partes que demorei a entender o que significavam. Isto não retira a beleza do que se está a ver e por isso mesmo, ainda que com estes pequenos defeitos, os miudos gostaram imenso de ver o bailado no gelo.
 
E eu continuo com imensa vontade de me aventurar na patinagem no gelo. Mas ainda não vai ser este ano! :)

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Às compras para a passagem de ano

Hoje à hora de almoço resolvi aventurar-me no mundo dos saldos para ver se comprava um trapito qualquer para a passagem de ano, já que este ano vai ser o 1º depois dos meus filhos nascerem que vamos passar num local com reveillon à maneira. Vamos lá ver se não vai ser um barrete mundial já que o descobri por acaso, em acto já de despespero pois queria um sitio que tivesse reveillon, festa, animação para os miudos, alojamento e brunch por um preço que não considerasse um verdadeiro roubo. Vou parar ao Alentejo numa herdade que nunca ouvi falar. Espero que seja uma verdadeira surpresa pela positiva. Mas adiante... Estava eu na busca por um trapito e fui entrando nas varias lojas. Mango, Zara, Stradivarius, Bershka, etc. Fiquei bastante desiludida com o que vi pois realmente andava tudo em saldos EXCEPTO as roupas de passagem de ano. Ora francamente. Está uma pessoa à espera dos saldos para comprar o traje da passagem de ano e esta apresenta-se como nova colecção. Bahhhh

Mas continuei e vasculhei tudo e mais um par de botas na mini hora de almoço que me restava. Estou a ficar expert em entrar, vasculhar, experimentar, pagar e sair em 3 tempos. Ontem comprei a tal blusa na Maximo Duti, branquinha com brilhantes meio transparente e agora comprei 2 tops na Stradivarius pretos, um com lantejolas e outro meio rendado. Como não me decidi por qual vestir, resolvi levar os dois porque estes SIM estavam em saldos e tops pretos é coisa que nunca é demais. Agora é experimentar o traje para ver se gosto de me ver.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

O Natal em nossa casa

Desde que engravidei dos meus rapazinhos, que ficou estabelecido não sei por quem que o Natal passaria a ser em nossa casa. E se por um lado é muito melhor ser em nossa casa pois não estamos preocupados com o que bebemos e carregados de prendas de um lado para o outro, por outro lado é extramente cansativo. Ele é subir e descer escadas com cadeiras e comida pois o Natal é no 1º andar e a cozinha é no r/c. Ele é fazer sobremesas, arranjar a sala, comprar bebidas, fazer entradas. É fazer maquinas de loiça umas atrás das outras, limpar o chão uma, duas, três vezes. E quando parece que já acabou vem o day after, com mais comida, mais maquinas, mais esfregonas. Uma quantidade inexplicável de sacos com papel rasgado, brinquedos espalhados pela sala do 1ºandar, pelo corredor do r/c, pelo quarto da brincadeira. Uff. Uma canseira.
 
Mas este trabalho todo é compensado pelos olhos das nossas crianças completamente fascinadas com tudo o que acabaram de receber.
 
Tudo é compensado quando no day after um deles nos diz: Mamã gostei TANTO das prendas que os papás, avós e tios deram! Ainda eles não tinham visto as prendas do Pai Natal que este ano cá em casa só apareceu quando os meninos já estavam a dormir e deixou as prendas ao pé do sapatinho.
 
Sim. É cansativo mas ainda assim, eu ADORO o Natal cá em casa e no que me diz respeito, assim irá continuar a ser até me deixarem. Diz o JP, para o ano contratamos um empregado para vir passar o Natal connosco e assim deixamos de ter este trabalho todo e podemos finalmente usufruir do Natal sem nos cansarmos. Era bom era... Tenho cá para mim que ele anda a ver telenovelas a mais... :)